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26/01/2018

Empregos formais do varejo na região de Jundiaí crescem 1%

Levantamento do Sincomercio Jundiaí e Região e da FecomercioSP aponta que a região registrou o segundo melhor desempenho entre as 16 analisadas no Estado


Em novembro, o comércio varejista na região de Jundiaí abriu 1.546 postos de trabalho, resultado de 5.107 admissões contra 3.561 desligamentos. No acumulado de doze meses, foram criados 1.043 empregos com carteira assinada, o que levou a uma alta, na comparação com o mesmo mês de 2016, de 1% do estoque total. O varejo encerrou o mês com 104.856 trabalhadores formais. A região registrou, assim, o segundo melhor desempenho entre as dezesseis regiões analisadas no Estado.

 

As informações são da Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e do Sincomercio Jundiaí e Região, elaborada com base nos dados do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e do impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, obtido com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

 

“Mesmo que tenha ocorrido um aumento tímido no número de empregos, estamos crescendo e a expectativa é de que dezembro tenha um saldo melhor em função das contratações para o Natal”, enfatiza Edison Maltoni, presidente do Sincomercio Jundiaí e Região.

 

Das nove atividades analisadas, cinco tiveram variação positiva no estoque de trabalhadores formais em relação a novembro de 2016, com destaque para os segmentos de lojas de vestuário, tecidos e calçados (3,4%); e supermercados (2,6%).

 

Os maiores recuos foram registrados pelas atividades de lojas de móveis e decoração (-5,3%); e de materiais de construção (-2,7%).



Para a assessoria econômica da FecomercioSP, os números do mercado de trabalho formal do comércio varejista no Estado de São Paulo em novembro são animadores. É o melhor resultado mensal em 2017, e o processo de reação fica mais evidente ao verificar que, em todos os meses do segundo semestre, o número de admissões foi superior ao de desligamentos.

 

Entre as nove atividades analisadas, cinco criaram empregos formais em novembro, com destaque para os setores de lojas de vestuário, tecidos e calçados (8.626 vagas); supermercados (4.189 vagas); e eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (2.876 vagas). Por outro lado, o segmento de autopeças e acessórios e o de materiais de construção fecharam 502 e 929 postos de trabalho, respectivamente.

 

A assessoria econômica da FecomercioSP reforça que o melhor resultado na geração de empregos formais visto em novembro é decorrência da necessidade de os estabelecimentos aumentarem o quadro de funcionários para atender à demanda do Natal, melhor data para o varejo, em conjunto com a melhora do ambiente econômico e das vendas. Mesmo assim, a expectativa é que ainda haja mais desligamentos que admissões no acumulado de 2017, porque, sazonalmente, o saldo de dezembro é negativo.


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